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Crazy Clown Time

Quando ainda estava nas minhas andanças pela Colômbia, fiz esse videoclipe com um amigo irlandês, com uma música escrita por David Lynch. Esse foi o resultado:

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Fazia e Ainda Faz Me Rir (Muito)

Poderia escrever um artigo saudosista sobre aquelas tardes no início dos anos 90, assistindo compulsivamente àquelas comédias norte-americanas ao lado de meu irmão ou de algum vizinho amigo. Poderia relembrar aquelas paródias policiais protagonizadas por um sujeito de cabelo branco, olhos azuis e uma veia cômica singular. Poderia, mas não vou, ou vou, ah, sei lá.

Sei que algumas daquelas cenas permanecem na minha memória (sempre associadas com ininterruptas risadas histéricas): os tiroteios separados por uma caixa, utilizada como proteção; o engraxate que dá dicas para todo mundo, para os policiais sobre o criminoso e para o padre sobre como conduzir sua missa; os tiroteios onde a cada momento o “querido” O.J. Simpson (ironicamente o que mais apanhava) aparecia com uma arma maior; o casal praticando sexo seguro da cabeça aos pés; ou ainda, a sequência final do jogo de beisebol com a Rainha Elisabeth (em um determinado momento, ela passa um cachorro-quente pela arquibancada) onde o tenente Frank Drebin se traveste de cantor de ópera (destruindo o hino americano), e depois de juiz (provocando uma pancadaria generalizada entre os jogadores), para depois impedir o assassinato da Rainha por um jogador que havia sofrido uma espécie de lavagem cerebral – após o salvamento, o tenente é reconhecido nas arquibancadas como sendo o cantor de ópera, em uma das melhores hipérboles cômicas já vistas por aí (ou pelo menos dentro da série “Corra Que A Polícia Vem Aí”).

Leslie Nielsen, antes de ter cabelo branco e uma veia cômica singular, mas já com olhos azuis e uma bonitona no seu lado.

Posteriormente, me recordo de algumas passagens hilárias em outro filme do velhinho engraçadão: “A Repossuída”. Na paródia do Exorcista, sobram gags visuais sobre aquele padre aposentado de cabelo branco, olhos azuis e uma veia cômica singular. Ou ainda, interpretando o Drácula de Mel Brooks, ou em “Duro de Espiar”, como o detetive Dick Steele (obrigado Wikipedia). Isso sem falar na adaptação clássica dos desenhos para o cinema, interpretando o trapalhão Mr. Magoo (ok, lembro que esse filme era uma bosta, mas acho que as crianças devem ter gostado). Poderia citar aqui também suas participações especiais na série “Todo Mundo Em Pânico”, mas sinceramente só me lembro dos primeiros, os quais ele ainda não fazia parte do elenco.

E esse texto não era pra ser saudosista… Também, quem mandou ele protagonizar tantos filmes bobos engraçados felizmente reprisados com frequência naquelas eternas tardes no início dos anos 90.

Para auxiliar na memória, aqui vão algumas das participações clássicas do ator em “Apertem Os Cintos, O Piloto Sumiu” , entre outras cenas sem sentido inseridas por um editor iniciante:

E para finalizar essa modesta homenagem ao sujeito (de cabelo branco,…):

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Uma Video-serenata?

O Tiago (aquele mesmo amigo meu, que não tem orkut, twitter ou blog) fez esse videoclipe despretencioso (ok, não deveria falar isso, afinal quando alguma coisa diz ser despretenciosa, na verdade ela tem a pretenção de ser despretenciosa, o que faz dela algo realmente pretencioso, mas enfim…). Ele estava sozinho em seu apartamento, e sua namorada-esposa havia viajado. Pra matar o tempo e a saudade ele gravou e editou uma espécie de segunda versão do clipe para a música “Baby”, do Devendra Banhart. O resultado, vocês conferem aqui, em primeira mão.