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Natal Com Dylan

Há três anos atrás, Bob Dylan impressionou novamente o mundo ao lançar uma coletânea natalina. E como parte desse lançamento, rolou esse vídeo em que o velho Dylan confraterniza com velho papai noel em uma festa pra lá de curiosa:

 

Além desse, também foi lançado esse outro para a clássica canção “Little Drummer Boy” – uma incrível animação para emocionar corações com o verdadeiro espírito natalino:

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A Morte de Um Ovo

Produzi esse vídeo no ano passado, junto com meu amigo Gavin,  quando estávamos em Tolú, uma praia caribenha no norte da Colômbia. Trata-se de um fim traumático na vida de um..Ovo.

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O Fantástico Sr. Raposo Vai Além

Quem me conhece sabe que não sou nenhum entusiasta quando o assunto é animação. Já cheguei a escrever e dirigir uma, mas isso é outra história. Acontece que de tempos em tempos, algum filme do gênero me interessa e é sobre um desses filmes que falarei agora. “O Fantástico Sr. Raposo” consegue ir além das animações que Hollywood costuma produzir. Primeiro porque a técnica usada é o stop motion, diferente do 3D, tão idolatrado por fãs da Pixar. Segundo porque o diretor escolhido é Wes Anderson, responsável por “Três é Demais”, “Os Excêntricos Tenenbaums” e “Expresso para Darjeeling” – grandes filmes do circuito indie. Toda essa combinação, somada ao elenco “pouco” conhecido (George Clooney, Meryl Streep e Bill Muray são alguns exemplos), fazem dessa fábula algo realmente tocante.

Baseado no livro do mesmo cara que escreveu “A Fantástica Fábrica de Chocolates” (Roald Dahl), o roteiro de Anderson e Noah Baumbach (“A Lula e a Baleia”) resolve focar a história na relação pai-e-filho do Sr. Raposo e seu filhote Ash, além da questão existencial sobre seguir uma vida pacata e tranqüila ao invés de roubar galinhas, seguindo o instinto animal de qualquer raposa. Espere tudo aquilo que você já está acostumado a ver nos filmes de Wes Anderson: travellings horizontais, figurino vintage, trilha sonora retrô, piadas sutis e inteligentes, diálogos neuróticos, pequenos dramas familiares – tudo está lá, na medida certa.

Realmente é de se questionar o porquê de não começarem a escalar diretores consagrados para rodar animações. Wes Anderson conseguiu imprimir todas suas marcas registradas nessa excelente animação. Imaginem o que Tarantino, Christopher Nolan ou os Irmãos Cohen fariam se também dirigissem uma.

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Tom Waits – For No One (1978)

O filme original foi capturado utilizando 5 câmeras – 2 no alto, 2 na rua e uma na mão. Donna Gordon é a dançarina que faz o papel da prostituta e foram necessários 6 takes e 13 horas de filme que editados, fizeram esse “clipe” de 5 minutos e meio. Um total de 5.500 frames foram capturados e em seguida redesenhados a mão diretamente na película. Dirigido por John Lamb, este talvez seja o primeiro clipe produzido para veiculação na MTV, porém, por questões adversas o filme foi proibido de ser lançado e vendido comercialmente, caindo na obscuridade.